Os vinhos da Quinta da Boeira são produzidos para serem
degustados, partilhados e celebrados!
Descubra como fazemos os nossos vinhos e a nossa história!
Os primeiros vestígios que indicam a existência de videiras na região, remontam à Idade do Bronze, há cerca de quatro mil anos. Desta época foram encontradas grainhas de vitis vinifera (espécie de videira). Contudo, não se sabe qual era o tipo de cultivo ou a sua importância para os povos da época.
Durante o período de romanização a cultura da vinha teve um grande desenvolvimento, principalmente depois do século I d.C., do qual existem vestígios de lagares e adegas nas várias estações arqueológicas da região.
No século XIII, a cidade do Porto era o principal ponto de escoamento dos vinhos produzidos no Douro para os mercados internacionais. É neste século que as histórias do Douro (local de produção) e da cidade do Porto (local de escoamento) se cruzam para sempre!
Durante o reinado de D. Fernando, no século XIV, as principais receitas do Estado provinham dos impostos sobre as exportações – nesta época os vinhos tornam-se uma fonte de riqueza e ganham relevância económica.
Seguem-se as expedições marítimas, no reinado de D. Manuel I (1469-1521). Se não todas, muitas das embarcações que partiram à conquista dos mundo levavam nos seus porões vinhos do Douro – tornando-os cúmplices nos êxitos das rotas marítimas.
Neste período o consumo de vinho aumentou consideravelmente, o que levou o rei a ordenar a demolição de vários canais de pesca para facilitar a navegação entre o Douro e o Porto.
É em 1756 que o Marquês de Pombal delimita a Região do Douro com 335 marcos ao longo de 250.000 hectares. O Douro torna-se a mais antiga região vitivinícola demarcada, logo protegida, do mundo.
Em 2001, a UNESCO classifica a Região do Demarcada do Douro como Património Mundial pela riqueza humana, cultural e paisagística.
São as características únicas da Região - a cultura em socalcos, o clima, o solo, as tradições e as gentes que tornam os vinhos do Douro inigualáveis, na sua cor, corpo e paladar, criando qualidade natural.


As empresas exportadoras de Vinho do Porto por lei não podem exportar mais de um terço do seu stock.
A primeira garrafa cilíndrica de Vinho do Porto surgiu em 1770?
Um dos segredos do Vinho do Porto reside nas rolhas de cortiça – as mais sofisticadas válvulas naturais, que ainda nenhuma tecnologia conseguiu superar.
Garrafas de Vinho do Porto com rolhas de topo plástico devem ser consumidas em 2 ou 3 anos. Já as garrafas com rolhas sem topo de plástico estão preparadas para envelhecer durante vários anos, em ambiente com pouca variação da amplitude térmica.
Benelux e França representam cerca de 70% das vendas globais de Vinho do Porto.
Tradicionalmente o decanter de Vinho do Porto é servido no sentido dos ponteiros do relógio, isto é, para a esquerda, pois era importante ter a mão direita livre para usar a espada se necessário fosse.
A outra razão para passar no sentido dos ponteiros do relógio reside na ideia de o decanter deve seguir pelo lado do coração, o que subentende Amizade.
Não é permitido regar as vinhas na Região Demarcada do Douro.
Os primeiros vestígios que indicam a existência de videiras na região, remontam à Idade do Bronze, há cerca de quatro mil anos. Desta época foram encontradas grainhas de vitis vinifera (espécie de videira). Contudo, não se sabe qual era o tipo de cultivo ou a sua importância para os povos da época.
Durante o período de romanização a cultura da vinha teve um grande desenvolvimento, principalmente depois do século I d.C., do qual existem vestígios de lagares e adegas nas várias estações arqueológicas da região.
No século XIII, a cidade do Porto era o principal ponto de escoamento dos vinhos produzidos no Douro para os mercados internacionais. É neste século que as histórias do Douro (local de produção) e da cidade do Porto (local de escoamento) se cruzam para sempre!
Durante o reinado de D. Fernando, no século XIV, as principais receitas do Estado provinham dos impostos sobre as exportações – nesta época os vinhos tornam-se uma fonte de riqueza e ganham relevância económica.
Seguem-se as expedições marítimas, no reinado de D. Manuel I (1469-1521). Se não todas, muitas das embarcações que partiram à conquista dos mundo levavam nos seus porões vinhos do Douro – tornando-os cúmplices nos êxitos das rotas marítimas.
Neste período o consumo de vinho aumentou consideravelmente, o que levou o rei a ordenar a demolição de vários canais de pesca para facilitar a navegação entre o Douro e o Porto.
É em 1756 que o Marquês de Pombal delimita a Região do Douro com 335 marcos ao longo de 250.000 hectares. O Douro torna-se a mais antiga região vitivinícola demarcada, logo protegida, do mundo.
Em 2001, a UNESCO classifica a Região do Demarcada do Douro como Património Mundial pela riqueza humana, cultural e paisagística.
São as características únicas da Região - a cultura em socalcos, o clima, o solo, as tradições e as gentes que tornam os vinhos do Douro inigualáveis, na sua cor, corpo e paladar, criando qualidade natural.